Mocinho ou bandido

Palavra de cliente 1: Eduardo Luz

O Estado de S.Paulo

08 Setembro 2011 | 00h15

Quantas vezes você se deparou com o assédio, ops, contato dele e pensou: xiiii, lá vem esse cara querer me vender o vinho mais caro da carta ou aquele a que a importadora vincula brindes? Por outro lado, quantas vezes ele se apresentou simpaticamente, perguntando o que você pensava beber, te indicou o vinho perfeito para o prato escolhido (é, ele até esperou você escolher o que ia comer!) e, melhor, na faixa de preço que você desejava?

No sábado, depois de cumprir o ritual, a sommelière de um restaurante nos Jardins me pediu para provar o tinto siciliano que eu havia pedido. Não gostei. Ela provou e confirmou que não estava bom. Abriu uma nova garrafa do mesmo vinho e o final foi mais do que feliz. Espero que com essa regulamentação, os sommeliers atuem como mocinho e deixem o papel de bandido aos enochatos.

EduLuz - blog "da cachaça pro vinho" (http://eduluz.wordpress.com)

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