Morre cineasta e cantor

Memória

ARIEL PALACIOS, O Estado de S.Paulo

06 de novembro de 2012 | 02h05

Leonardo Favio, diretor de cinema argentino, autor de obras que retrataram a épica do movimento peronista e a crua realidade social do país, morreu ontem em Buenos Aires, aos 74 anos. Favio foi o autor do filme de maior bilheteria do país, Nazareno Cruz e o Lobo, com 3,5 milhões de espectadores. Suas obras costumam estar nas listas dos melhores filmes da Argentina. Favio também era ator e cantor, tendo gravado mais de quinze discos.

Minutos após saber da morte de Favio, que o dirigiu em Nazareno Cruz e o Lobo, o ator Alfredo Alcón disse que era "impossível defini-lo, já que isso seria amarrá-lo. E ele queria ser livre".

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