Morte de refém libertado é investigada no Guarujá-SP

Polícia Civil investiga se criminosos são os mesmos que sequestraram a vítima em dezembro

Da Redação, Agência Estado

23 Janeiro 2009 | 08h03

A Polícia Civil do Guarujá, no litoral paulista, investiga com a Delegacia Antissequestro (DAS) se os criminosos que mataram Ulysses Sena Alves, de 17 anos, na quarta-feira, são os mesmos que o sequestraram em dezembro. Alves foi assassinado com quatro tiros porque os bandidos não conseguiram levá-lo da porta de sua casa, em Vicente de Carvalho, periferia do Guarujá. Ele foi atingido nos braços, no ombro e nas costas.Ninguém foi preso até a noite de ontem. De acordo com a polícia, Alves saía com a mãe para trabalhar, por volta das 6h10. Enquanto Cristina Sena trancava o portão da casa, na Rua João Pessoa, o garoto retirava o CrossFox da família em marcha à ré quando foi surpreendido por um Gol preto placas DGX-6858 impedindo a passagem do veículo. Dois homens armados desceram do carro e ordenaram que Cristina sumisse. Desesperada, a mãe passou a gritar no meio da rua que o filho estava sofrendo uma tentativa de sequestro e, em seguida, ouviu vários tiros e se jogou no chão. A dupla disparou ao menos 17 tiros de pistola 380 contra o CrossFox e fugiu a pé. Quatro tiros atingiram o jovem, que ficou caído entre o banco do motorista e o do passageiro. Ulysses morreu a caminho do hospital.

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