MP denuncia mais 15 policiais pela morte de Amarildo

Mais 15 policiais militares foram denunciados pela morte do pedreiro Amarildo de Souza, 43 anos, desaparecido desde 14 de julho após ser levado por PMs até a sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. Agora, o MP aponta o envolvimento de 25 policiais na tortura e morte de Amarildo. Além dos 10 PMs que estão presos, os promotores pediram a prisão de três outros militares.

ADRIANO BARCELOS, Agência Estado

22 Outubro 2013 | 12h05

O grupo será denunciado, de acordo com sua suposta participação no caso, por crimes de tortura, ocultação de cadáver, fraude processual e formação de quadrilha.

Segundo a promotora Carmen Eliza de Carvalho, o major Edson Santos liderava a suposta quadrilha e estava na sede da UPP durante todo o tempo que Amarildo estava sendo torturado.

O corregedor da Polícia Militar, Cezar Augusto Tanner, que participou da entrevista coletiva ao lado dos promotores do Ministério Público, afirmou que "os PMs envolvidos vão parar de trabalhar a partir de agora". O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) atuou no caso nos últimos 10 dias, e concluiu a denúncia do caso de Amarildo.

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