Mundo livre

Software livre deve ser

O Estado de S.Paulo

06 Agosto 2012 | 03h07

preferência do governo?

O software é usado por sua qualidade, não importa se proprietário ou livre. Muitas empresas tentam aprisionar repartições públicas e parte da sociedade com seus produtos. Vivem de vender licença de software. Mas perdem espaço para softwares como o LibreOffice, que substitui o Office, da Microsoft. Para o governo, o importante é pensar na sua soberania. Ele tem que ter a liberdade de escolher fornecedores.

O que fazer para o software livre ser mais popular?

Ele já é muito usado. É preciso mostrar para a população onde ele está. Precisamos oferecer programas educacionais abertos que compitam com os da Microsoft. Precisamos dizer à população que um outro mundo é possível. No futuro, programar será algo muito mais comum?

Amanhã usaremos mais software do que hoje, assim como hoje usamos mais do ontem. Se todos vão saber programar no futuro, depende de uma aliança com as escolas. É preciso colocar disciplinas de lógica de programação no ensino médio pra que as pessoas se sintam motivadas a aprender e entender o universo da programação. Tendo acesso ao código, elas conseguirão entender como funciona. Problemas futuros só serão resolvidos se a "caixinha" dos softwares estiver aberta. / M.R.

LOGIN y Ricardo Fritsch,

coordenador do Fisl

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