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Os Estados Unidos deixaram de prontidão na segunda-feira dois navios com interceptadores de mísseis, disse um porta-voz militar, dias antes de a Coreia do Norte disparar um foguete que muitos consideram violar sanções da ONU. Esse é o primeiro desafio significativo do espinhoso regime comunista norte-coreano ao governo do presidente norte-americano Bara Irã.

EUA MOBILIZAM NAVIOS ANTIMÍSSEIS, REUTERS

30 de março de 2009 | 12h02

Bashir voou no domingo para o Catar, pequeno Estado no Golfo Pérsico, após visitar Egito, Eritreia e Líbia nas semanas posteriores a seu indiciamento, pela Corte Criminal Internacional, por crimes de guerra cometidos em Darfur.

Falando na cerimônia de abertura da cúpula na segunda-feira, Bashir conclamou os líderes árabes em Doha a rejeitar a acusação contra ele e acusou Israel de apoiar rebeldes em Darfur.

"Nós apreciamos o seu apoio e esperamos que isso leve a resoluções fortes e claras... que rejeitem essa resolução e exijam seu cancelamento", disse ele.

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, pediu aos participantes da cúpula que expressem apoio inequívoco a Bashir.

"Nós somos chamados hoje a rejeitar o mandado categoricamente e a expressar apoio absoluto ao Sudão neste momento", disse. "O que está acontecendo com o Sudão agora é outro capítulo do esforço para enfraquecer os árabes... e um outro estágio no esforço para fragmentar o Sudão."

Estados árabes foram rápidos em se unir a Bashir no último mês. Alguns citaram a ausência de medidas internacionais contra Israel por causa da guerra de três semanas em Gaza que matou 1.300 palestinos. Os árabes geralmente veem um rigor menor aplicado aos israelenses nessas ocasiões.

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