Na Bahia, segredo é 'trabalho'

Já é rotina para professores e alunos do Colégio Helyos, de Feira de Santana, a primeira colocação entre as escolas da Bahia na pontuação do Enem. "Desde que as notas do exame passaram a ser divulgadas, estamos em primeiro", lembra a coordenadora pedagógica de ensino médio, Patrícia Moldes.

TIAGO DÉCIMO / SALVADOR , O Estado de S.Paulo

23 de novembro de 2012 | 02h14

Segundo ela, o segredo é o "trabalho com seriedade" por parte de professores, funcionários e alunos. "A maioria dos estudantes começa bem cedo com a gente - temos turmas desde o maternal - e absorve nossos princípios, que são trabalho, comprometimento e mérito", diz. "Nossa preocupação é preparar o aluno para a vida. O Enem é consequência."

Com cerca de 700 alunos, o colégio foi fundado há 20 anos e cobra mensalidades de R$ 1.145 a R$ 1.315 para o ensino médio. Não há mais de 35 alunos por sala. "Não fazemos nenhum trabalho específico para o Enem ou para vestibulares", afirma a professora. "A participação dos alunos no exame é espontânea."

Há opções de atividades extracurriculares - de artes plásticas e cênicas até xadrez - e laboratórios equipados. "O trabalhofundamental, porém, é o contato do professor com o aluno e o trabalho dos estudantes em casa. É isso que faz a diferença."

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