Nasa? Não, é o laboratório culinário de Myhrvold

23 de março de 2011 | 17h08

 

 

Desde o início do ano, escritores e chefs do mundo inteiro têm peregrinado a Bellevue, em Seattle, para conhecer o galpão da Intellectual Ventures, a ‘cozinha-laboratório’ de Myhrvold. "É como se Thomas Edison e Martha Stewart tivessem construído uma cozinha juntos", define a revista Wired. Os 1.800 m² estão repletos de fios e tomadas pendendo do teto e alguns equipamentos só são encontrados em laboratórios hospitalares. Ou na Nasa.

Entre os grandões, centrífugas com potência 40 mil vezes maior que a força da gravidade balançam as divisórias, tamanha sua força (em laboratórios, esse tipo de equipamento é usado para precipitar vírus, bactérias e proteínas); um spray dryer, "secador" de óleos essenciais (de US$ 23 mil); e uma autoclave do tamanho de um armário - usada em esterilização, que serve para cozinhar alimentos em pressão e temperatura controladas. Ao lado das pias e bancadas de aço inox, fornos combinados ultramodernos, com leitura digital de temperatura e controle de umidade. Uma banheira ultrassônica, usada em consultórios dentários e joalheria, corrige (ou provoca) fissuras microscópicas em metais e alimentos. Curou pequenos "ferimentos" nas batatas fritas de Myrvold, que já foram classificadas de perfeitas.

 

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