Níger corta 1,7 milhão de linhas celulares em operação de segurança

O Níger cancelou 1,7 milhão de números de celulares, cerca de um terço de seu número total de telefones, o que, segundo o governo, é uma tentativa de melhorar a segurança.

Reuters

29 de novembro de 2013 | 16h03

A reguladora das telecomunicações do país africano, a ARTP, já havia pedido aos usuários para que se identificassem até o último domingo, com a possibilidade de terem suas linhas canceladas.

O chefe da ARTP, Boubacar Almoustapha, disse que os cancelamentos vão ajudar "na luta contra várias formas de insegurança".

As subsidiárias da Bharti Airtel, a maior operadora do país, e a francesa Orange foram as mais prejudicadas pela medida, com 916.701 e 628.407 de usuários afetados, respectivamente.

O Níger tem se tornado um firme aliado da França e dos Estados Unidos na luta contra grupos ligados à Al Qaeda na região do Sahel e o país implantou tropas no Mali em uma campanha liderada pelos franceses para expulsar militantes islâmicos que haviam ocupado norte do país vizinho.

(Reportagem de Abdoulaye Massalatchi)

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