'Ninguém vai me dizer a hora de sair', diz Zuanazzi

O presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, reafirmou que não pretende renunciar ao cargo, apesar das pressões contra sua permanência. "Ninguém vai me enxovalhar, ninguém vai dizer a hora em que eu tenho que sair, se eu tenho um mandato", afirmou. Na reunião de hoje do Conselho Nacional de Turismo, em Brasília, ele lembrou que tem um mandato a cumprir (por lei, ele não pode ser demitido), mas fez a ressalva de que não pretende ser um obstáculo à implantação de medidas de reestruturação do setor aéreo. "Não sou um empecilho e não estou ali (na presidência) para atrapalhar a vida do governo nem do Ministério (da Aeronáutica)." Ao comentar o anunciado objetivo do programa "Viaja Mais", formalizado hoje para incentivar o turismo interno, Zuanazzi afirmou que o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, não é inseguro, e sim limitado. "Dizer que Congonhas é inseguro é uma heresia. Se fosse inseguro, não poderia pousar nenhum avião, e não este ou aquele tipo de aeronave", afirmou.

ISABEL SOBRAL, Agencia Estado

04 de setembro de 2007 | 18h51

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.