Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Nível do Sistema Cantareira cai após seis dias de estabilidade

O governo do Estado e a Sabesp têm dito que vão evitar ao máximo utilizar a terceira cota do volume morto do manancial.

STEFÂNIA AKEL, O Estado de S. Paulo

01 Fevereiro 2015 | 11h05

O nível do Sistema Cantareira iniciou o mês de fevereiro com queda no volume de água armazenado, após seis dias consecutivos de estabilidade, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O volume de água nos reservatórios Guarapiranga e Alto Cotia também caiu, enquanto Alto Tietê, Rio Grande e Rio Claro apresentaram alta.

O Cantareira está, neste domingo, com 5,0% de sua capacidade, após ter chegado ao último dia de janeiro com 5,1%, apresentando queda de 0,1 ponto porcentual mesmo tendo registrado 10,7 milímetros de chuva no primeiro dia do mês. O atual cálculo da Sabesp já considera duas cotas do volume morto, de 182,5 bilhões e de 105 bilhões de litros de água, acrescentadas em maio e outubro, respectivamente. O governo do Estado e a Sabesp têm dito que vão evitar ao máximo utilizar a terceira cota do volume morto do manancial.

Os sistemas Guarapiranga e Alto Cotia também perderam capacidade de ontem para hoje. O Guarapiranga recuou 0,2 ponto porcentual, para 47,9%, sem registro de chuvas, enquanto o Alto Cotia caiu 0,4 ponto porcentual, para 28%, com chuva de 0,2 milímetro.

Já o sistema Alto Tietê, mesmo sem apresentar registro de chuva, teve alta de 0,2 ponto porcentual no volume armazenado, para 11%. Atualmente, o cálculo da Sabesp inclui 39,4 bilhões de litros de água do volume morto, adicionados em dezembro.

Os reservatórios Rio Grande e Rio Claro subiram 0,3 p.p. e 0,5 p.p. respectivamente, registrando volume de água de 75% e 28,8%.

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