No Rio, à beira da piscina

Tão carioca quanto próprio Cristo Redentor, o hotel Copacabana Palace abriga dois dos mais famosos restaurantes do Rio de Janeiro: o refinado Cipriani, comandado por Francesco Carli, ex-chef do Hotel Cipriani em Veneza, e o despojado Pérgula. À beira da mítica piscina do Copa, apenas o menu do Pérgula está disponível. A carta de vinhos do restaurante é composta por rótulos leves, mais adequados ao verão. ''No momento, apostamos nos rosados e nos Sauvignon Blancs, ótimos para o clima'', diz Denise Almeida, gerente do restaurante Pérgula. Lá, os vinhos são mantidos em adegas climatizadas: 17°C a 18°C para os tintos, 8°C a 10°C para brancos e rosés. Apreciar um vinho à beira da piscina, a poucos metros da praia de Copacabana, no verão, é para ser um momento idílico - que, definitivamente, não combina com vinho morno. Por essa razão, durante o serviço, a garrafa é mantida no gelo. Segundo Denise, boas pedidas são o Sauvignon Blanc Vin de Pays, 2004 e o Santa Julia Syrah Rosé, 2006, este ''um vinho aromático, macio, muito bom para ser consumido à beira da piscina''. No restaurante Cipriani, o calor do verão carioca fica do lado de fora. No salão, a sensação térmica é regulada em torno de 24°C, 25°C e os vinhos são mantidos em caves separadas. Os brancos e rosés são armazenados a 6°C e, quando saem da adega, atigem 8°C, a temperatura ideal, segundo Robson Venâncio, sommelier do Cipriani. Para dias quentes, Venâncio recomenda os rosés e os espumantes. E também faz questão de lembrar: ''Um vinho branco estará adequado a 8°C. Muito abaixo dessa temperatura ele perde suas melhores características'', diz.

O Estado de S.Paulo

07 Fevereiro 2008 | 03h32

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