Nos parques de SP, segurança tem ?pontos cegos?

No parque mais famoso da cidade de São Paulo, o do Ibirapuera, guardas-civis e cerca de 55 vigias terceirizados dividem a responsabilidade pela segurança. Para os frequentadores e até para os próprios vigias, o efetivo é insuficiente para um espaço de 1,4 milhão de metros quadrados. "É pouco, principalmente com o parque lotado. A GCM dá só uma força, quem faz o trabalho mesmo somos nós", disse um dos vigilantes.

ARTUR RODRIGUES E NATALY COSTA, Agência Estado

07 de janeiro de 2013 | 10h49

Uma reclamação recorrente de quem frequenta o Ibirapuera é a de que os guardas são mal distribuídos. A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo circulou por lá na tarde de sexta-feira (4) e encontrou quase todos os seguranças concentrados nos bolsões de estacionamento, enquanto as ciclovias, pistas de cooper e áreas verdes estavam desprotegidas.

Na zona oeste da cidade, o Parque Villa-Lobos recebe quase 25 mil pessoas por dia nos fins de semana - e o contingente é de menos de 50 seguranças, já com o reforço. De segunda a sexta, são apenas de 32 deles. Um segurança terceirizado que trabalha lá diz que "faz o que pode". "Mas a gente pode pouco. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo: skate, bicicleta, gente fazendo caminhada, piquenique. No meio disso tudo, sempre tem alguém mal intencionado para cometer um delito." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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