Novas regras viram alvo de discussão em rede social

No Facebook, pelo menos dez páginas criticando as regras de reserva de vagas foram criadas ontem. Na mais popular, "Contra 50% de cotas nas universidades federais", 2.629 "curtiram" a página. Entre os quase 60 internautas que comentaram a proposta, há críticas ao que seria o "contrato de falência" do ensino e pedidos para que a presidente Dilma Rousseff vete o projeto.

GHEISA LESSA e P.S., O Estado de S. Paulo

10 de agosto de 2012 | 03h04

"É mais fácil tapar o sol com a peneira, assinando o 'contrato de falência' do ensino público brasileiro, do que investir no mesmo. Sem contar que alunos com melhor base ficam de fora pela falta de compromisso do Estado", escreveu na rede Rodrigo Melo. "É evidente que, despreparados, os graduados cotistas precisarão de cotas para conseguir emprego", cita outro.

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) afirmou ontem que pretende entrar com ação na Justiça para questionar a lei das cotas para universidades federais. "A lei não só desrespeita a igualdade de acesso como facilita a entrada de apenas uma parcela dos estudantes brasileiros", diz presidente da Fenep, Amábile Pacios.

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