Nuvem de cinzas se afasta e companhias do Brasil retomam voos

A nuvem de cinza vulcânica que cobria o Rio Grande do Sul está fora do espaço aéreo brasileiro, segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB) e as companhias retomaram os voos para Montevidéu, no Uruguai.

REUTERS

11 Junho 2011 | 14h01

O vulcão Puyehue, adormecido há décadas, entrou em erupção no centro-sul do Chile na semana passada, o que provocou uma nuvem de cinzas sobre os Andes que vinha atrapalhando o tráfego aéreo na América do Sul.

A TAM informou, por meio de nota, que voltou a operar os voos na manhã deste sábadao para Montevidéu e que as partidas para Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS) e Buenos Aires (Argentina) foram normalizadas na sexta-feira.

A companhia afirma que continua monitorando os dados sobre o deslocamento e a densidade da nuvem e que, se houver risco, pode interromper novamente a operação dessas rotas.

A Gol também retomou os voos para Buenos Aires e Montevidéu na sexta-feira, além de Porto Alegre, Florianópolis e Joinville, entre outras cidades. A empresa também afirmou estar acompanhando "em tempo real" as informações sobre a nuvem.

Não é a primeira vez que cinzas vulcânicas provocam caos no espaço aéreo e impedem milhares de pessoas de viajar. Em maio, a nova erupção do Grimsvotn, o vulcão mais ativo da Islândia, lançou uma enorme coluna de fumaça e cinzas, prejudicando algumas operações em parte da Europa.

Em todo o Brasil, 123 das 1.196 partidas programadas até 13h para destinos dentro do Brasil foram canceladas, de acordo com informações da Infraero, a estatal que gerencia os aeroportos do país. E dos 100 voos internacionais previstos, 8 foram cancelados.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello; Edição de Daniela Machado)

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