'O agressor precisa de tanta atenção quanto a vítima'

Depoimento G.C.O., Mãe de uma menina de 11 anos que praticava bullying

, O Estado de S.Paulo

15 Abril 2010 | 00h00

"Minha filha fez parte de um grupo que colocou apelidos e isolou uma colega recém-chegada à escola. Ela me contou que a novata não conseguia fazer amigos porque a menina mais popular da turma influenciava as outras garotas a se afastarem dela. Disse-lhe que, mesmo quando a gente não gosta de uma pessoa, devemos respeitá-la. Tomei a iniciativa de avisar a professora, que conversou com a classe sobre o assunto. Aos poucos, minha filha se aproximou da nova colega e hoje as duas se consideram as melhores amigas. Tenho família estruturada e minha filha estuda em escola particular, mas isso não a impediu de praticar bullying. Vale lembrar: quem agride não chega em casa chorando. Por isso, os pais devem ficar atentos."

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