O CRI-CRÍTICO Diário mal-humorado

Ele não gosta de nada, mas vai ao cinema assim mesmo cri.critico@grupoestado.com.br

O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2012 | 03h14

Em maio, fui visitar os três Imax que funcionavam na cidade. Mas, com a abertura do Cinépolis JK um mês depois, faltou conhecer mais um. Na semana passada, corrigi isso - além de aproveitar para assistir a 'Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge'. A promessa do exibidor era a de apresentar a maior sala do gênero no País. Não é bem assim. Sua tela de

18 m de largura por 10 m de altura é menor que a do Espaço Itaú Pompeia e que a do Cinespaço The Square Granja Vianna (ambas com 21 m por 14 m). Sua capacidade também é menor que a do Cinespaço (são 382 assentos, 14 a menos). Mas, pensando nas especificações do formato, é a sala que mais me agradou. Principalmente em relação à sua inclinação e à visibilidade da tela. A qualidade do som também é excepcional (a não ser que você odeie volume alto). E as poltronas têm braço duplo, evitando luta de cotovelos. No entanto, um ajuste precisa ser feito na logística de entrada de espectadores. Mesmo com lugar marcado, houve fila, já que permitiram a entrada só em cima da hora - o que atrasou bastante a sessão. É, não adianta investir em tecnologia e se esquecer de organizar

o pessoal.

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