O CRI-CRÍTICO Diário mal-humorado

Ele não gosta de nada, mas vai ao cinema assim mesmo cri.critico@grupoestado.com.br

O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2013 | 02h11

Hoje em dia, quando a gente chega ao cinema sem saber o que vai ver, não é fácil enxergar a programação nesses monitores modernos da bilheteria, sempre meio confusos. Por isso, gosto quando dispõem daqueles folhetos com horários e filmes em cartaz. Foi assim no Cinemark do Pátio Paulista, onde fui no sábado à tarde. Sem o panfleto, acho que eu chegaria ao guichê ainda na dúvida. O complexo tem terminais eletrônicos de venda de ingressos. Ajuda bastante. Mas só se o trabalho da equipe não cair de produção. No dia, havia uma fila demoradinha. E, apesar de haver três funcionários atrás do balcão, só um deles efetivamente vendia ingressos. Assisti a 'João e Maria, Caçadores de Bruxas', na sala 1. Era em 3D. Sobre o sistema, preciso reafirmar o que já escrevi antes: para mim, as lentes da marca Real D, que a Cinemark utiliza, são as que deixam a projeção mais escura. Em algumas cenas, incomoda. Na saída, achei estranho o método adotado pelo funcionário que recolhia os óculos, jogando-os brutalmente em um balde. Se já os acho ruins, eles com certeza não ficarão melhores se forem manuseados assim, de qualquer jeito.

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