Obama critica passado como executivo de Romney em 1º comício

O presidente Barack Obama usou seu primeiro comício político da campanha de 2012 neste sábado para atacar o republicano Mitt Romney por ter aprendido "as lições erradas" como CEO, e prometeu levar a economia norte-americana para frente se vencer um segundo mandato.

JEFF MASON, REUTERS

05 Maio 2012 | 16h32

Obama, um democrata, lançou oficialmente sua candidatura à reeleição em Chicago no ano passado, mas desde então seus eventos políticos oficiais limitaram-se a levantar fundos.

Isso mudou neste final de semana, e o presidente - que vem criticando o ex-governador de Massachusetts desde que ele se tornou o possível indicado do partido republicano - mostrou em sua primeira parada em Ohio que estava pronto para a briga.

Com sua esposa Michelle Obama ao seu lado e com o Air Force One como avião de campanha, Obama disse que Romney era um norte-americano patriota que tinha muito do que se orgulhar, mas censurou o ex-governador por um plano econômico que iria favorecer os ricos.

''Ele administrou uma grande empresa financeira e administrou um Estado, mas eu acho que ele tirou as lições erradas dessas experiências", Obama disse à multidão. O presidente vestia uma camisa, mas sem gravata e paletó.

"Ele sinceramente acredita que se CEOs e investidores ricos como ele enriquecem, o restante de nós automaticamente irá prosperar também", disse.

Obama disse que Romney e seus companheiros republicanos levariam o país de volta às políticas que levaram à recessão. "Nós estávamos lá, nós lembramos, e nós não voltaremos . Estamos levando esse país para frente", disse Obama.

"Para frente" é o último slogan da campanha de Obama, e as pessoas na multidão seguravam cartazes com essa frase.

Romney cita sua experiência como empresário como uma força e acusa Obama de não fazer o bastante para tirar a economia norte-americana da depressão.

O presidente espera recuperar força com eventos em grandes arenas em Columbus, Ohio e mais tarde em Richmond, Virgínia. Ambos podem ser Estados importantes na eleição de 6 de novembro.

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