Obama diz que viagem a Mianmar reconhece avanço à democracia

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que sua viagem a Mianmar, o próximos destino em sua visita à Ásia, não marcava um endorso ao governo local, mas sim um reconhecimento ao progresso do país em sua busca por democracia após décadas de comando militar.

Reuters

18 de novembro de 2012 | 11h07

"Entendemos que é um trabalho em andamento", disse ele em uma coletiva de imprensa na Tailândia.

"Eu não sou alguém que acredita que os Estados Unidos devem ficar lado e não trabalhar quando há uma oportunidade para nós encorajarmos os melhores impulsos dentro de um país", acrescentou Obama.

Obama se tornará, na segunda-feira, o primeiro presidente em exercício dos EUA a visitar o país, também conhecido como Burma.

Alguns grupos de direitos humanos dizem que a visita é prematura porque as reformas ainda precisam ser consolidadas, mas a Casa Branca disse que Obama vai pressionar o presidente reformista de Mianmar, Thein Sein, tanto em público quanto em conversas privadas para fazer mais sobre a violência étnica e abusos aos direitos humanos.

(Por Matt Spetalnick, Jeff Mason, Amy Sawitta Lefevre e Paul Carsten)

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