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Oficina de feltro

Tecido milenar dá toque especial a peças modernosas

Cristiana Vieira,

16 de fevereiro de 2011 | 08h00

 

 

Tania Stahl descobriu sua veia artística quando começou a fazer tricô. Passou para o crochê e se apaixonou pela modalidade free form, um estilo mais livre. Entre uma pesquisa e outra, chegou à feltragem (uma técnica de preparação do feltro para criar produtos com o tecido). E não parou mais.

 

Como diz, aprendeu na tentativa e no erro. O resultado agradou a outras pessoas, que a incentivaram a continuar. Aprimorou a técnica e sempre manteve contato com "feltreiras" de todo o mundo. Acabou conhecendo Lucia Higuchi - que trocou a arquitetura pelo mundo da feltragem na moda.

 

 

Ela se tornou sua parceira em algumas criações. São broches, chaveiros, chapéus, túnicas, camisetas, coletes e objetos de decoração, como capa para pufe, cadeira, sofá...

 

O detalhe é que a maioria delas não tem costura. É tudo montado e moldado na hora do corte, com muito preciosismo.

 

 

 

 

Vale lembrar que a lã utilizada nos trabalhos não é tão quente quanto a sintética. Assim, o material resulta em peças levíssimas, que dão um toque muito especial a qualquer visual, em qualquer época do ano.

 

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