Óleo vaza na Bacia Amazônica e põe governo em alerta

Dois vazamentos de óleo na Bacia Amazônica, uma no Rio Negro, nas proximidades de Manaus, e outra no Napo, na selva equatoriana, deixaram o governo brasileiro em alerta. A Capitania dos Portos do Amazonas abriu inquérito para apurar o derramamento de diesel nas instalações da Transpetro na última segunda-feira, 3. Em outro acidente, de maior proporção, no dia 31, da Petroecuador, o rompimento de uma tubulação formou uma mancha negra que atinge dezenas de comunidades nativas no Equador.

TÂNIA MONTEIRO E LEONENCIO NOSSA, Agência Estado

05 de junho de 2013 | 21h13

A Capitania dos Portos do Amazonas deverá divulgar nota na quinta-feira, 6, para dar detalhes do acidente no Rio Negro, que já estaria controlado. Antes mesmo que a informação sobre o vazamento na Transpetro chegasse a Brasília, o governo montava uma força tarefa para impedir que o rompimento do oleoduto da Petroecuador, na amazônia equatoriana, atingisse as águas do Rio Solimões, no Estado do Amazonas.

A embaixada brasileira em Quito foi informada pela empresa que 6.800 barris de óleo vazaram de uma tubulação, nas margens do Napo, afluente do Solimões, após a queda de uma barreira durante as chuvas que atingiram o País no último dia 31.

Na noite desta quarta-feira, 5, representantes da Marinha, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Petrobras avaliavam, no Rio, medidas para conter a entrada da mancha de óleo na parte brasileira da bacia amazônica.

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