ONS toma medidas para garantir energia nas eleições

O Operador Nacional do Sistema (ONS) anunciou nesta quarta-feira que vai preparar um esquema especial para garantir o fornecimento de energia elétrica nas eleições de domingo, que mais uma vez será totalmente feita por urnas eletrônicas.

REUTERS

29 de setembro de 2010 | 17h46

Segundo o ONS, serão adotadas medidas preventivas da zero hora do dia 2 de outubro às 12h do dia 4.

"O propósito do Operador é prover garantias adicionais para a continuidade do fornecimento de energia elétrica em todo o SIN (Sistema Interligado Nacional)", informou o ONS em nota.

O órgão explicou que vai reforçar as equipes de estudos de programação da operação, de infraestrutura e de tempo real nos Centros de Operação do ONS. Além disso, manutenções serão feitas apenas em casos inadiáveis.

Os proprietários de instalações ligadas ao SIN, como linhas de transmissão e distribuidoras, deverão adotar um esquema especial de plantão para equipes técnicas. Deverão ser reforçadas também as equipes de tempo real nas instalações do SIN consideradas estratégicas, informou o ONS sem dar detalhes sobre essas áreas.

O ONS determinou ainda que as distribuidoras de energia devem informar imediatamente aos Centros Regionais de Operação do ONS sobre eventuais ocorrências que possam afetar o abastecimento de energia elétrica nas seções eleitorais localizadas em suas respectivas áreas de atuação.

O país vem passando por uma forte estiagem nos últimos meses, o que obrigou o ONS a acionar o funcionamento do maior número de térmicas em relação ao ano passado. Mesmo assim,o operador garante que não há risco de falta de energia no país.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, 100 por cento dos votos dos brasileiros são feitos por urnas eletrônicas, inclusive no exterior. Todas as urnas possuem bateria para o caso de falta de energia, informou a assessoria do TSE.

(Por Denise Luna)

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