Operação com avião não Tripulado apreende 1 T de droga

Os dias têm sido quentes na área da Operação Ágata 6. a fronteira do Brasil com a Bolívia e o Peru, uma linha sinuosa de 4.216 quilômetros onde os termômetros passam sempre dos 30 graus - e, por onde escoam, segundo os setores de inteligência da Polícia Federal, 65% das drogas, armas, munições e produtos contrabandeados que circulam no País.

ROBERTO GODOY, Agência Estado

20 de outubro de 2012 | 08h13

A Ágata-6 envolve 7.500 militares da Marinha, Exército e Aeronáutica. Na definição do Ministério da Defesa, o objetivo é "combater ilícitos". Na prática, significa que as 26 aeronaves - entre as quais caças-bombardeiros AMX e os grandes jatos de vigilância eletrônica R-99 -, uma frota de dezenas de veículos de transporte de tropas e a flotilha de oito embarcações especializadas, estão empenhadas em ações reais há 11 dias, com bons resultados. Só durante a primeira semana de atividades foram apreendidos 1,1 tonelada de droga pura, 14 veículos pesados e 221 barcos. Oito pessoas foram detidas.

No ar, voa um poderoso olho digital empregado pela FAB - o Veículo Aéreo Não Tripulado, o Vant, pilotado a partir de um ponto remoto, em terra, com uma plataforma de coleta de dados, informações e imagens. Pode permanecer de 16 horas a 20 horas na altitude de 5,5 mil metros e a velocidades de cruzeiro na faixa dos 130 km/hora, com carga útil de 150 kg. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.