Organização popular na internet desafia empresas

Redes sociais se tornam aliadas de reivindicações de internautas

14 Junho 2008 | 00h00

No Reino Unido, milhares de estudantes se organizaram no Facebook para protestar contra uma medida do banco HSBC, que primeiramente resolveu oferecer contas sem juros no cheque especial para universitários e recém-formados e depois mudou de idéia e voltou atrás na decisão. O grupo do Facebook chegou a marcar para setembro um protesto em frente aos escritórios do banco em Londres. Este é apenas um exemplo de como a união de internautas reflete diretamente na maneira como empresas tratam seus clientes. Leia mais no caderno Economia&Negócios de hoje. A internet reduziu as barreiras que existiam para as pessoas se organizarem e formarem grupos de acordo com seus interesses. Entre outros sucessos tecnológicos que não tem nenhuma grande empresa com capital por trás está o Linux e a Wikipédia. O Linux é considerado o principal concorrente do Windows, da Microsoft. Mas, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, que ouviu empresas médias e grandes no Brasil, o Linux tem menos de 2% de participação nos computadores de mesa, mesmo com 18% dos servidores. Entre os principais navegadores utilizados em sistema Linux está o Ubuntu. Com mais de 2 milhões de verbetes só em inglês, mas com versão em português e em outras línguas, a Wikipédia é uma importante referência para milhões de usuários da internet, embora seu conteúdo seja constestado por muitos, dada sua natureza aberta. Leia uma entrevista com o criador da Wikipédia. A enciclopédia já tem até versão portátil .

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