Os drinques clássicos, na telinha

Derivan de Souza não tem o sorriso de Nigella Lawson, nem o estilo pop de Jamie Oliver, muito menos a agressividade de Gordon Ramsay. Mas sabe fazer drinques como ninguém - ele será o mestre de cerimônias na estréia de Paladar na TV Estadão. A série ?Drinques Clássicos?, que durante doze semanas apresentou os maiores destaques da coquetelaria internacional, estará disponível a partir de hoje, em seu novo formato no portal do Estadão. São doze vídeos nos quais Derivan de Souza - um dos mais experientes barmen do Brasil, atualmente no balcão do Esch Café (Al. Lorena, 1899, Jardim Paulista, 3062-2285) - conta histórias e curiosidades de cada drinque, além, é claro, de desvendar todos os mistérios desses clássicos em um didático passo-a-passo. O internauta poderá acessar de uma só vez todos os episódios - ou se preferir, um por vez - da série que marca a entrada do Paladar no mundo das câmeras. Marco Chiaretti, editor-chefe de Conteúdo Digital do Grupo Estado, ressalta que o novo formato "permitirá ao leitor/usuário a possibilidade de uma experiência rica, que completa o conteúdo da informação. O filme permite ao leitor captar certas nuances que enriquecem a informação", afirma Chiaretti. Já Felipe Machado, editor de Multimídia, diz que os programas marcam o início da fase de ampliação da área de novas mídias do grupo. " ?Drinques Clássicos? abre uma nova fase da programação e marca a ampliação do conteúdo hoje no ar. E nada melhor do que essa série como aperitivo para mostrar o que vem por aí." Além dos vídeos, também estarão no ar pequenas curiosidades sobre os drinques e suas receitas. Sobre a caipirinha, por exemplo, Derivan conta um detalhe crucial: quando for prepará-la, corte os limões em pedaços não muito pequenos, posicione-os sempre com a polpa para cima e procure espremer a polpa e nunca a casca, isso tudo para "não despertar exageradamente os elementos amargos". O Daiquiri, por sua vez, deve ser feito com uma colher (sobremesa) de açúcar, o suco de meio limão galego e uma dose de rum prata. Derivan lembra que na América do Sul o drinque sofre algumas modificações, como a presença de clara de ovo, que formará uma espuma ao ser batida na coqueteleira - e lembrará as águas agitadas do mar, uma alusão à batalha marítima que deu nome ao coquetel.

O Estado de S.Paulo

19 Julho 2007 | 06h13

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