Os sinais de que há problemas

O Instituto WCF-Brasil - entidade internacional que atua no direito das crianças e dos adolescentes - firmou parceria com a Secretaria Municipal de Educação para auxiliar os profissionais da rede de ensino na identificação e condução de alunos com sinais de violência sexual ou qualquer outro tipo de agressão.

, O Estadao de S.Paulo

06 Dezembro 2009 | 00h00

"Existe um jogo perverso entre abusador e abusado que faz com que as crianças fiquem em silêncio", afirma Anna Flora Werneck, coordenadora de Programas do WCF. "É preciso atenção aos sinais, que podem ser sutis. A própria violência pode não ser reconhecida pela criança, de tão incorporada à rotina", diz.

Para dar suporte aos professores, um manual informativo foi desenvolvido. Alguma das evidências de que os problemas existem são: queda brusca no rendimento escolar; medo inexplicável da criança de ficar sozinha na presença de adultos estranhos ou de algum adulto específico; brincadeiras agressivas e comportamento erotizado. Lúcia Willians, professora especializada em violência, lembra que só a existência de sinais não é comprovação que o abuso existe. "São indícios que precisam ser investigados."

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