PAC é 'herança bendita' para próximo presidente, diz Dilma

Em seu último grande evento antes de iniciar sua primeira campanha eleitoral, a ministra Dilma Rousseff (PT) afirmou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é uma "herança bendita" que o governo deixará para o sucessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

REUTERS

29 de março de 2010 | 13h18

O programa é uma das principais bandeiras de sua corrida ao Palácio ao Planalto.

"O PAC é uma herança bendita que vamos deixar para quem venha suceder o nosso governo", disse a chefe da Casa Civil nesta segunda-feira durante lançamento do PAC-2, conjunto de obras em infraestrutura para o período 2011-2014.

A declaração faz referência à acusação do próprio Lula, no início de seu primeiro mandato, de que o PSDB havia deixado uma "herança maldita" à recém-eleita administração petista.

"Nenhum outro governo estabeleceu uma relação mais produtiva com os Estados e municípios nas últimas décadas como o governo do presidente Lula. O PAC foi fundamental para isso."

(Reportagem de Natuza Nery e Fernando Exman)

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