Padilha acusa oposição de explorar caso Erenice

Diante do silêncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a saída de Erenice Guerra da Casa Civil, coube ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, pronunciar-se sobre o assunto nesta quinta-feira, em Belém (PA).

REUTERS

16 de setembro de 2010 | 20h02

"Certamente, a oposição ao presidente Lula, que está sem discurso para fazer o debate eleitoral, quis se aproveitar da situação para fazer um enfrentamento eleitoral", avaliou o ministro.

Ao defender que o governo "faz o processo de apuração até o final", Padilha afirmou que "a população sabe que esse governo não permite que as pessoas cometam irregularidades no seu governo.

Depois de aceitar a demissão de Erenice em Brasília, Lula participou na capital paraense de cerimônia de divulgação de editais para recuperação de rodovias no Estado. O presidente não fez qualquer referência ao episódio durante seu discurso.

Padilha classificou a tentativa de explorar o caso durante a campanha eleitoral como "mais uma tentativa de buscar sucesso". A candidata Dilma Rousseff (PT) mantém a dianteira da corrida presidencial com chance de ser eleita no primeiro turno. José Serra (PSDB) está em um distante segundo lugar.

"O fato de a nossa candidata, da candidata do presidente Lula, a ministra Dilma, estar mantendo o discurso e a tranquilidade para não cair nessa baixaria, vai fazer com que essa crítica da oposição, de novo, não tenha sucesso", afirmou Padilha.

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