Padilha criticou terceirização da saúde em manifesto

O futuro ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou, durante a corrida presidencial, manifesto contra as terceirizações e a privatização da saúde, acompanhado de médicos que apoiavam a então candidata Dilma Rousseff. Mas diferentes governos do PT também têm apostado em terceirizações e parcerias com a iniciativa privada.

, O Estado de S.Paulo

23 de dezembro de 2010 | 00h00

"Assim, optamos pela candidatura de Dilma Rousseff, por não apoiarmos as políticas de desmantelamento do Estado como a privatização do patrimônio público e a terceirização da atenção à saúde, implementadas por FHC (o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) entre 1994 e 2002, que não obtiveram êxito nem em elevar a capacidade produtiva do Brasil nem em melhorar a qualidade de vida de nossa gente", dizia o texto assinado por Padilha, atual ministro de Relações Institucionais.

A assessoria de Padilha confirmou que o ministro aderiu ao manifesto, mas destacou que não há qualquer relação com o projeto atualmente em discussão. "Esperamos que ele abra diálogo e aja diferente, pois houve omissão do Ministério da Saúde em relação a projetos que desconstroem o SUS", afirmou o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior.

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