País deve dar incentivo a quem preserva a Amazônia, diz estudo

Levantamento realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) aponta melhorias no combate ao desmatamento na Amazônia, mas afirma que ainda serão necessários avanços para que o País alcance a meta de 3,8 mil quilômetros quadrados de desmate por ano até 2020. Atualmente, a taxa é de 7 mil quilômetros quadrados por ano.

O Estado de S.Paulo

05 Março 2012 | 03h07

A meta de 3,8 mil quilômetros quadrados foi definida como parte da política para mitigar o aquecimento global.

O documento do Imazon reconhece a redução de 77,5% no desmatamento desde 2004, "resultado da postura do governo e da sociedade que endureceram o jogo contra os desmatadores".

Mas alerta que a meta só será cumprida se medidas adicionais forem tomadas. O texto afirma que é preciso criar incentivos para pequenos produtores reduzirem o desmatamento em suas propriedades. Para os autores, a inexistência dos incentivos para o desenvolvimento sustentável favorecem reações contra as leis, como a proposta de reformulação do Código Florestal. O Brasil precisaria barrar essa e outras propostas de enfraquecimento das leis ambientais.

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