Países impedem adoção internacional por solteiros e gays

Só Brasil e Burkina Faso acitam adoções por estrangeiros solteiros ou homossexuais, diz jornal espanhol

da Redação,

23 Dezembro 2008 | 13h32

Os países a que europeus costumam recorrer em busca de adoções internacionais endureceram suas leis, aumentando o nível de exigência ao ponto de impedir o acesso de famílias formadas por pessoas solteiras ou homossexuais, diz o jornal espanhol El País.  De acordo com o diário, os únicos países onde ainda é possível a um estrangeiro nessas condições adotar uma criança são Brasil e Burkina Faso.   A despeito disso, o interesse nesse tipo de adoção não cai, diz o jornal: na Espanha, em 2007 foram abertos 11.500 processos do tipo, 2.000 a mais que em 2005.   Os países onde era mais fácil adotar - China e as nações da ex-URSS - endureceram suas regras.   A China, que segundo o diário nunca haviam impedido a adoção por estrangeiras solteiras, passou a exigir casamentos heterossexuais com vários anos de coexistência estável, alta renda, formação universitária, boa saúde e bom comportamento: cinco multas de trânsito bastam para vetar uma adoção.

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