Para Alckmin, interromper trânsito é 'caso de polícia'

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta terça-feira, em Paris, que a interrupção do trânsito durante um protesto é "vandalismo", portanto "caso de polícia". Alckmin fica na França até esta quarta-feira, 12, quando participa da apresentação final da candidatura da capital paulista para sediar a Expo 2020, mas afirmou que acompanha o desenrolar das manifestações na capital.

LÚCIA MÜZELL, ESPECIAL PARA A AE, Agência Estado

11 de junho de 2013 | 18h33

"Uma coisa é movimento, que tem de ser respeitado, ouvido, dialogado (sic). Isso é normal e é o nosso dever fazê-lo", disse, na saída de uma reunião com empresários franceses, nesta manhã. "Outra coisa é vandalismo: você interromper artérias importantes da cidade, tirar o direito de ir e vir das pessoas, depredar o patrimônio público, que é de todos. Isso não é possível. Aí, é caso de polícia, e a polícia tem o dever de garantir a segurança das pessoas."

Durante a tarde, ele e o prefeito Fernando Haddad (PT) participaram de uma reunião para acertar os últimos detalhes da apresentação desta quarta-feira, mas permaneceram de olho nas notícias vindas da cidade. Alckmin e o prefeito de São Paulo também jantaram juntos na Embaixada do Brasil na França. Apesar da diferença de cinco horas do fuso horário em relação à França, as assessorias afirmaram que eles permaneceriam monitorando os acontecimentos no município.

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