Para OAB, mortes em Goiânia são crimes bárbaros

O presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Wadih Damous, afirmou haver "fortíssimos indícios" de que assassinatos de moradores de rua em Goiânia tenham sido praticados por grupos de extermínio. "A versão de que seriam brigas entre próprios moradores não se encaixa nas características dos crimes", disse ele.

LÍGIA FORMENTI, Agência Estado

07 de abril de 2013 | 15h29

Desde agosto foram registradas 26 mortes de moradores de rua na região metropolitana de Goiânia. A Secretaria de Direitos Humanos enviou uma força-tarefa para investigar os crimes.

As últimas mortes ocorreram na madrugada de sábado. Um garoto de 11 anos e um adulto foram mortos a pauladas. A OAB, de acordo com Damous, já se colocou à disposição da Secretaria de Direitos Humanos. "Vamos acompanhar os trabalhos. São crimes bárbaros e covardes, praticados contra pessoas indefesas e que não podem ficar impunes seja quem for o responsável", afirmou Damous.

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