Para operadoras, faltam cirurgiões habilitados

A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que reúne operadoras dos planos de saúde, diz que ainda não calculou o impacto financeiro do novo rol de procedimentos.

Fernanda Bassette, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2011 | 00h00

Apesar de concordar que a atualização da lista é necessária, Arlindo de Almeida, presidente da Abramge, diz que há poucos médicos habilitados para fazer cirurgias por vídeo no Brasil, o que tornaria inviável a obrigatoriedade da técnica. "Não podemos nos basear apenas no eixo Rio-São Paulo. A resolução vai valer para o Brasil inteiro", diz.

O cirurgião Fábio Guilherme Campos, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Videocirurgia, contesta e afirma que há profissionais habilitados. "Essa é a tendência", afirma. A Federação Nacional de Saúde Suplementar, informou que só vai se manifestar depois da consulta.

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