Para usuários, sistema de ônibus 'olímpico' do Rio já está lotado

Modelo BRT faz parte da estratégia da Prefeitura da cidade para ampliar a rede de transportes carioca para a Olimpíada de 2016.

BBC Brasil, BBC

13 de agosto de 2012 | 14h09

Anunciados como uma das principais estratégias da Prefeitura do Rio de Janeiro para agilizar o transporte público com vistas às Olimpíadas de 2016, os corredores expressos dos ônibus, conhecidos como BRTs (Bus Rapid Transit), já despertam insatisfação em alguns usuários, que reclamam da superlotação do recém-criado serviço.

No entanto, grande parte deles afirmou ter conseguido reduzir a jornada de casa ao trabalho pela metade com o novo sistema.

As faixas exclusivas de ônibus alimentarão a zona oeste da cidade, onde a maioria das instalações olímpicas estará concentrada, e serão ligados ao metrô, que está sendo expandido até a Barra da Tijuca.

Dos quatro corredores planejados até 2016, dois estão em construção, um ainda está no papel e outro está quase pronto: o trecho principal da TransOeste, inaugurado em junho, a tempo da Rio+20. A nova linha liga Santa Cruz, no extremo da zona oeste, ao fim da Barra.

Trata-se de um público que sai cedo de casa: o horário de pico do BRT pela manhã é das 4h30 às 8h.

A previsão é de que os 105 quilômetros de corredor estejam prontos até o começo de 2016 e atendam 220 mil pessoas por dia.

O investimento total será de R$ 5,2 bilhões, segundo a Secretaria Municipal de Transportes. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

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