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Passarela de Congonhas é liberada para obra

O processo de tombamento da Passarela Comandante Rolim Amaro, que passa sobre a Avenida Washington Luís e chega até o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, foi arquivado pelo governo do Estado, o que pode facilitar os planos de empresas privadas e da Prefeitura de, finalmente, reformar a passagem de pedestres. Quem usa a passarela reclama de trepidações, ferrugem, infiltração de água e falta de segurança.

LUCIANO BOTTINI FILHO E TIAGO DANTAS, Agência Estado

13 de junho de 2013 | 08h45

Até o fim do mês, a administração municipal pretende fazer o escoramento da passarela para começar obras emergenciais. A Prefeitura estuda se, depois disso, reformará toda a estrutura existente ou se construirá uma nova passagem de pedestres para o aeroporto. Uma das mudanças previstas é que a passarela receba rampas para atender às regras de acessibilidade.

Embora o processo de tombamento tenha sido arquivado em 16 de janeiro de 2012 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), a informação só foi confirmada nesta terça-feira, 11 durante reunião entre Ministério Público do Estado, Prefeitura e Associação dos Amigos da Passarela de Congonhas (Aspa). A associação elaborou um projeto de reforma que seria financiado por empresas do bairro. Sem o tombamento, o plano deve ser revisto.

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Uma das preocupações do Ministério Público é com a contrapartida que as empresas privadas teriam, como a exploração de pequenos anúncios publicitários. Qualquer solução que seja escolhida, porém, terá de passar pela aprovação do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp), que tombou a fachada do aeroporto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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