Paulinho admite derrota do mínimo de R$ 560

O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que preside a Força Sindical, já admite que não há como vencer o governo na votação do novo salário mínimo nesta quarta-feira, na Câmara dos Deputados.

REUTERS

16 de fevereiro de 2011 | 16h14

"É muito difícil (vencer). Acho que não vai dar. Devemos ter entre 150 e 180 votos", afirmou o deputado, referindo-se a sua proposta de 560 reais. São necessários 257 votos para vencer.

Paulinho da Força, como é conhecido, liderou os congressistas contra a proposta de 545 reais do governo. Inicialmente, as centrais sindicais reivindicavam um aumento do mínimo de 510 reais do ano passado para 580 reais em 2011.

O PDT, partido da base aliada, decidiu nesta quarta liberar seus deputados para votarem no valor do salário mínimo que considerarem melhor.

O partido não aceitou a pressão do Executivo e do seu presidente licenciado, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, para votar nos 545 reais propostos pelo governo.

(Por Jeferson Ribeiro; Edição de Carmen Munari)

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