Pegue uma quitanda!

Em Minas, trem é coisa, tampar quer dizer jogar, e quitanda não é vendinha de fruta e verdura: significa mineiríssimas receitas de biscoitos, broas, bolos, roscas, sequilhos... Tudo o que é doce, assado, feito de farinha ou fubá é quitanda. Os mineiros preparam esses quitutes com imensa variedade - e muitas particularidades. Quitanda quente? Não pode não, dá azia. Pão não vale, só o de queijo. Ah, tem também a rapadura, a goiabada... Uái, mas então vale tudo? Bem, com um jeitinho, uma xícara de café passadinho na hora e um dedinho de prosa para acompanhar, quase tudo vira quitanda!

O Estado de S.Paulo

21 Maio 2009 | 02h22

Uma vez por ano, no terceiro domingo de maio, quitandeiras de toda a região do Caminho do Ouro se reúnem para o Festival da Quitanda de Congonhas. E põem suas especialidades à prova, num concurso. Mas nesse dia, não adianta inventar moda: só concorrem as quitandas feitas como manda o figurino. É um jeito de preservar as tradições. A festa, na Praça da Romaria, foi no domingo, dia 17, com violeiro, engenho, curral, paiol e a presença de 15 mil pessoas. Nas páginas 4 e 5 você vai conhecer os principais personagens e as quitandas da festa . Como se diria em Minas: a broa está onde sempre esteve.

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