Peru reduz tarifas para impulsionar acordos de livre-comércio

O Peru, um dos países da América Latina com maior abertura econômica, reduziu suas tarifas alfandegárias a uma média de 3,4 por cento a partir de uma base de 5 por cento, buscando acelerar os benefícios dos acordos de livre-comércio que o país andino assinou nos últimos anos.

REUTERS

31 de dezembro de 2010 | 16h12

A medida melhorará a competitividade das indústrias locais, que poderão importar insumos mais baratos e assim reduzir custos, disse o Ministério da Economia na noite de quinta-feira.

"A política de abertura comercial do governo permitirá que, até 28 de julho de 2011, 95 por cento do comércio exterior peruano se realize com países com os que temos firmados tratados de livre-comércio", disse o ministério.

O Peru assinou uma série de Tratados de Livre-Comércio (TLC, em espanhol) com os ricos e grandes mercados dos Estados Unidos, China, da União Europeia e recentemente com Japão e Coreia do Sul.

A economia peruana registra um crescimento robusto faz quase oito anos, impulsionada por suas exportações, ainda que o dinamismo de setores ligados à demanda interna tenham sido vitais para a expansão dos últimos anos.

O Peru é o segundo maior produtor de cobre e zinco, o primeiro de prata e o sexto de ouro. Também é o principal produtor mundial de farinha de peixe e aspargos.

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