Pesquisadores da Universidade Yale constroem pulmão de rato em laboratório

Cientistas da Universidade Yale cultivaram um pulmão de rato que, após ser transplantado, funcionou por cerca de duas horas. A troca de oxigênio e dióxido de carbono foi semelhante à de um pulmão normal, conforme relato dos pesquisadores. O trabalho é descrito na revista Science.

AP, O Estado de S.Paulo

25 de junho de 2010 | 00h00

Apesar de alguns problemas detectados pela equipe, trata-se de um passo adiante na busca de uma maneira de recuperar pulmões danificados.

De acordo com a principal pesquisadora do trabalho, Laura Niklason, deve levar pelo menos 20 anos até que um pulmão possa ser fabricado e implantado em uma pessoa.

Entre os problemas identificados pelos cientistas está a formação de pequenos coágulos no interior do pulmão artificial, um sinal de que as novas células não estavam produzindo uma proteção suficiente em determinados locais. /

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