Pinga pede copo certo, diz Derivan

Derivan de Souza tratou a sala de aula como seu próprio balcão. Entre uma branquinha e outra, o barman contou histórias e até filosofou, com teorias como "pessoas bebem a história impregnada na bebida". Além do bom papo, ensinou sobre os diferentes tipos de copo e as temperaturas da bebida.

O Estado de S.Paulo

11 Junho 2009 | 03h22

Para excelentes bebidas, ele sugere usar as taças de vinho do Porto. Para não iniciados, a dose pode vir com gelo. Pode-se ainda gelar a garrafa e resfriar copos. Ou servir a dose em temperatura ambiente (dica: abafando-se o copo com a mão e aproximando-o do corpo, potencializa-se o aroma da madeira).

Na outra sessão, Derivan distribuiu pedaços das madeiras usadas em barris - ipê, jequitibá, bálsamo, umburana. A cachaça Saliboa, que descansa em barris de ipê, foi uma das melhores da noite. Houve ainda a avermelhada Fulô Pau-Brasil, série de 5 mil garrafas, envelhecida por dois anos em madeira vinda do Pará.

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