Planeta

Campo Grande divulga sua pegada ecológica

, O Estado de S.Paulo

15 de abril de 2011 | 00h00

Campo Grande (MS) apresentou nesta semana um cálculo de pegada ecológica. Trata-se de traduzir, em hectares, a extensão de território que uma pessoa ou uma sociedade usa, em média, para se manter. Em Campo Grande, o estudo apontou uma pegada ecológica de 3,14 hectares globais por pessoa. "A média mundial é de 2,7 e a média brasileira é de 2,91. O que mais pesa na conta dos campo-grandenses é o uso de pastagens, agricultura e florestas", diz o Fabrício de Campos, responsável pelo cálculo e diretor da Ecossistemas, que realizou o estudo em parceria com a WWF-Brasil e a Global Footprint Network (GFN). "Quase a metade da pegada vem da alimentação e, neste caso, o "churrasco" é o que mais pesa."

Mostra expõe corpos

Corpos preservados de animais, como o camelo, compõem uma exposição que foi inaugurada ontem no zoológico de Colônia, Alemanha.

Extrativistas se reúnem em Parintins

Elas habitam a maior floresta tropical contínua do planeta, mas ainda não conseguem sobreviver do comércio legal de produtos florestais como madeira, óleos, frutos e fibras. Para tentar começar a mudar essa situação, representantes de comunidades extrativistas do Acre, Amapá, Amazonas e Pará se reúnem hoje e amanhã em Parintins (AM) durante o Grande Encontro em Defesa da Floresta, seus Povos e da Produção Sustentável.

Fundação Florestal tem novos dirigentes

O ambientalista Paulo Nogueira-Neto não está mais no cargo de presidente da Fundação Florestal do Estado de São Paulo. Foi nomeado ontem para a função Fernando Gomes Carmona. E Jose Amaral Wagner Neto foi substituído por João Gabriel Bruno como diretor executivo. A fundação administra Unidades de Conservação./ AFRA BALAZINA e KARINA NINNI, ESPECIAL PARA O ESTADO, com EFE

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