PMs entram em greve e tomam assembleia no Maranhão

Centenas de policiais militares e bombeiros decidiram tomar a Assembleia Legislativa do Maranhão, após a categoria decretar, na noite de ontem, greve por tempo indeterminado. Os policiais afirmaram ainda que só vão deixar o local quando a governadora do Estado, Roseana Sarney, fizer um acordo com o movimento grevista e sinalizar que irá aceitar as reivindicações.

RICARDO VALOTA, Agência Estado

24 de novembro de 2011 | 08h24

Os PMs querem aumento salarial de 30%, porcentual referente a perdas dos últimos três anos, segundo eles. Entre outros itens na lista de reivindicações estão: modificações de critérios de promoção e reorganização do quadro de oficiais, implementação de jornada de trabalho de 44 horas semanais e eleição do Comandante Geral da Polícia Militar.

A Força Nacional deve fazer o policiamento ostensivo no Estado durante a paralisação da PM. Nesta manhã, os grevistas esperam conversar com os deputados da base do governo na casa parlamentar para iniciar o processo de negociação. No total, existem cerca de 7,5 mil policiais militares em todo o Estado.

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