Polêmica teve início em 2007

Em abril de 2007, o Ministério da Saúde, à época liderado pelo ministro José Gomes Temporão, declarou de "interesse público" o antirretroviral Efavirenz, medicamento utilizado no tratamento da aids. Foi o primeiro passo para a quebra da patente da droga, o que ocorreu no mês seguinte. O motivo foi o laboratório Merck Sharp & Dohme, detentor da patente do Efavirenz, não ter aceitado uma proposta de redução de preço. Na ocasião, a Merck insistiu no índice de 30% de redução do preço oferecido ao Brasil. Titulares anteriores da pasta, como Humberto Costa e José Serra, haviam ameaçado farmacêuticas com a quebra de patentes de remédios, mas acordos foram realizados.

O Estado de S.Paulo

08 Maio 2012 | 03h01

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