Polícia apura se morte de ex-prefeito em MG foi política

João Ramos Filho foi assassinado nesta manhã, quando acabava de sair de um posto de combustível de sua família

EDUARDO KATTAH, Agencia Estado

15 de maio de 2008 | 17h56

Uma equipe da Divisão de Crimes Contra a Vida, da Polícia Civil, foi deslocada de Belo Horizonte para ajudar a esclarecer o assassinato do ex-prefeito de Mariana (MG),  José Ramos Filho (PDT). A polícia informou que investigará todas as hipóteses para o crime, inclusive se ele foi cometido por motivação política. O ex-prefeito tinha cerca de R$ 1,6 mil no bolso, que não foram levados. Os criminosos teriam roubado a bolsa da funcionária. Ramos, de 78 anos, governou a cidade por três vezes, a última há 12 anos. Ele era pré-candidato oposicionista na próxima eleição municipal.Ramos foi assassinado nesta manhã na BR-262, a quatro quilômetros da cidade histórica. Ele havia acabado de sair de um posto de combustível de sua família. Segundo a polícia, dois homens em uma motocicleta se aproximaram do carro da vítima, quebraram o vidro do motorista e efetuaram cinco disparos. Dois tiros acertaram o peito do ex-prefeito, que morreu no local. Uma funcionária do posto estava no carro, mas não foi ferida. Os suspeitos fugiram e, até o final da tarde, não haviam sido identificados.

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