Polícia Civil indicia diretor da Camisa Verde e Branco

A Polícia Civil de São Paulo indiciou ontem o diretor de carnaval da Camisa Verde e Branco, Alexandre Salomão, o Teta, por envolvimento na confusão que acabou na destruição das notas do carnaval, terça-feira, no Anhembi. Como não foi preso em flagrante, ele responderá em liberdade por supressão de documentos e dano ao patrimônio público.

AE, Agência Estado

24 de fevereiro de 2012 | 07h04

Outros oito integrantes de escolas de samba devem prestar esclarecimentos à policia até segunda-feira. A primeira secretária da Camisa Verde e Branco, Josélia Alves, também foi ouvida ontem, mas não foi indiciada. O delegado Osvaldo Nico Gonçalves disse ter encaminhado para a perícia imagens de TV de momentos antes da invasão da área dos jurados. "Se for constatado que ela (Josélia) participou, será feito termo circunstanciado por incitação ao crime".

Segundo o advogado da Camisa, Adriano Vani Sales, não há prova contra nenhum dos dois. Questionado sobre as cenas em que Salomão aparece rasgando papéis, ele disse que eram envelopes vazios. "É bem diferente de notas". O advogado levou à Deatur petição para que Salomão não fosse indiciado, alegando que ele não tem antecedentes criminais e trabalha há 40 anos na mesma empresa, como vendedor de bebidas. Mas não convenceu o delegado. Hoje, a polícia ouvirá Luciana Silva, presidente da Tom Maior, Edilson Casal, presidente da Pérola Negra, e Wagner da Costa, vice-presidente da Gaviões da Fiel. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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