Polícia continua investigação sobre atropelamento no RJ

A Polícia Civil continua investigando o atropelamento. Por enquanto, Thor Batista não foi indiciado. Segundo o delegado Mário Arruda, da 61ª DP (Xerém), o filho de Eike Batista só será acusado de homicídio culposo (sem intenção) se ficar comprovado que conduzia sua Mercedes Benz SLR McLaren acima da velocidade permitida para a rodovia, de 110 km/h.

AE, Agência Estado

23 Março 2012 | 19h35

O laudo que vai indicar a velocidade do carro deve ser concluído em 15 dias. Thor afirma que trafegava dentro do limite. Se a perícia confirmar isso, o inquérito será arquivado e o ciclista será considerado responsável pela própria morte.

Desde o acidente, que ocorreu na noite de sábado na Rodovia Washington Luís, na Baixada Fluminense, Thor nega ter sido culpado pelo atropelamento. Segundo ele, o ciclista estava atravessando a pista quando foi atingido. A família chegou a alegar que Santos estava no acostamento, mas a polícia diz que, segundo testemunhas, o ciclista atravessava a pista quando foi atingido.

Pelo microblog Twitter, o filho de Eike disse que, ao ver Santos, brecou o veículo, reduzindo sua velocidade para 90 km/h. Mas não conseguiu evitar a colisão e o ciclista morreu na hora. Após prestar depoimento, na última quarta-feira, Thor lamentou o acidente e afirmou que vai prestar todo o auxílio necessário à família da vítima.

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