Portadores de deficiência acompanham sessão no STF

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), com capacidade para 246 espectadores, teve de receber cadeiras extras para o julgamento de hoje, sobre a liberação ou não de pesquisas com células-tronco embrionárias. Segundo a Coordenadoria de Segurança da corte, 890 pessoas acompanham a sessão dentro da sala ou em três telões do lado de fora do plenário. Dezenas de portadores de necessidades especiais, em cadeiras de rodas, foram ao STF e assistem o julgamento do fundo do plenário.Os 11 ministros do STF votarão a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), de autoria do ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, que pede a retirada de um trecho da Lei da Biossegurança que garante as pesquisas com células-tronco embrionárias. O argumento é o de que o uso de embriões fere o princípio de direito à vida, expresso na Constituição Federal. Na visão de Fonteles, a vida - e o direito a ela - começa no momento da fecundação do óvulo pelo espermatozóide.

AE, Agencia Estado

05 de março de 2008 | 16h44

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