Postar pelo celular é melhor alternativa

Twittar já é verbo. A febre dos microposts (ou mensagens curtinhas de 140 caracteres) faz com que muita gente já se considere viciada na ferramenta, que pode ser usada em navegadores, comunicadores instantâneos ou pelo celular. Ultimamente, as duas primeiras opções têm frustrado a muitos, devido à constância da mensagem de erro da "baleia" (leia texto ao lado), e à impossibilidade momentânea de vincular contas de comunicadores instantâneos ao perfil do Twitter. Postar pelo celular passou a ser alternativa simples e não tão cara como já foi no passado. Até pouco tempo, atualizar sua lista de contatos do Twitter com mensagens via SMS era um investimento caro: o serviço oferecido pelo Twitter é feito via um número de celular no Reino Unido. Cada nova postagem significa mandar um SMS para o exterior – além de uma mensagem inicial para habilitar o serviço. Luis Leão, programador de sistemas de 26 anos e desenvolvedor do site Sms²Blog (sms.blog.br), criou uma alternativa viável para driblar isso. Ele conseguiu formular um sistema em que um PDA funciona como uma espécie de base operacional de mensagens recebidas por SMS e reencaminhadas para o Twitter. No blog dele, é necessário fornecer o nome de usuário e a senha do Twitter, que ficarão vinculados ao número de celular dado - independente de operadora ou região do país. Depois, é só enviar os microposts para o número fornecido na página. A mensagem é então postada no perfil do Twitter e enviada a todos os contatos que seguem a pessoa. Não é preciso pagar nada para o blog – os custos são somente os de envio de uma SMS das operadoras. "Recentemente, meu PDA foi roubado e parei de oferecer. A empresa de telefonia BrT se interessou pela idéia e me patrocinou um novo." A parceria com a operadora criou um novo site – o www.brttwitter.com.br – que funciona da mesma forma que o Sms²Blog, mas que só está disponível para clientes de telefonia celular da BrT.

23 Junho 2008 | 00h00

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.